Carro novo: entrada maior e menos crédito fizeram vendas caírem
InfoMoney -
exibida em 20/08/2009 - 06:40 hs.
O Número de pessoas que vendiam o carro, pagavam dívidas e usavam uma pequena parte para dar entrada em novo veículo caiu...
SÃO PAULO - O mês de outubro apresentou uma queda significativa na venda de carros, em relação a setembro, de 11,58%. A principal causa disso foi o aumento das exigências para a concessão de crédito, que fez com que diminuísse o número de pessoas que dão uma entrada menor na compra do carro, e financiam grande parte do valor.
Segundo o presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), Sérgio Reze, foi a queda desse tipo de compra a principal responsável pelo decréscimo nas vendas do décimo mês do ano.
Esses consumidores são aqueles que vendiam o carro que já possuíam, pagavam contas em atraso, e utilizavam uma pequena parte do dinheiro para dar de entrada na compra de um novo veículo.
Falta de crédito
Mas Reze também ressalta que, a vontade de comprar carro das pessoas não diminuiu. "As visitas nas concessionárias continuam em grande volume, quem parou é quem administra o dinheiro", afirmou nesta quarta-feira (05), durante coletiva de imprensa.
Segundo ele, com receio dos efeitos da crise financeira, os bancos começaram a fazer mais exigências para o financiamento de carros, o que influenciou nos resultados do setor. Porém, ele mesmo afirma que, apesar dos últimos acontecimentos econômicos, o nível de inadimplência no País continua o mesmo.
Apesar da queda, o resultado do décimo mês deste ano, com 181.327 carros vendidos, foi o segundo melhor entre os meses de outubro, perdendo somente para o mesmo período de 2007, quando foram registradas 194.771 vendas.
Crise: De quem é a culpa? pesquisas revelam, segundo população mundial
InfoMoney -
exibida em 30/07/2009 - 06:20 hs.
Bancos e instituições de crédito aparecem, de uma forma ou de outra, no topo da lista dos culpados
SÃO
PAULO
-
Crise
de
crédito,
volatilidade
das
bolsas,
incertezas
mundiais...
diante
de
tantas
dúvidas,
é
comum
que
as
pessoas
comecem
a
buscar
culpados,
principalmente
para
tentar
entender
o
que
está
acontecendo.
Pesquisa
da
Harris
Interactive,
com
pouco
mais
de
2.100
norte-americanos,
mostra
que
76%
dos
entrevistados
consideram
que
os
bancos
e as
instituições
de
crédito
que
forneceram
empréstimos
imobiliários
para
pessoas
que
não
tinham
condições
de
honrar
com
o
compromisso
são
os
principais
responsáveis
pela
crise
atual.
Além
disso,
58%
dos
participantes
citaram
os
próprios
tomadores
de
empréstimo,
que,
mesmo
sem
condições
de
arcar
com
as
prestações,
entraram
no
financiamento.
Em
enquete
realizada
pelo
portal
InfoMoney,
com
mais
de
4.800
internautas,
diante
da
pergunta:
"Qual
o
principal
fator
por
trás
da
atual
crise
financeira?",
cerca
de
30%
dos
usuários
apontaram
"excesso
de
ganância
de
bancos
e
corretoras"
e
28%
selecionaram
"excesso
de
alavancagem
dos
mercados".
A
culpa
é de
quem?
Levantamento
do
Financial
Times,
conduzido
também
pela
Harris
Interactive,
ouviu
a
opinião
de
6.276
adultos
na
França,
Alemanha,
Grã-Bretanha,
Espanha
e
Estados
Unidos.
A
tabela
abaixo
mostra,
na
opinião
da
população
mundial,
os
principais
culpados
pela
crise:
Insegurança
com
relação
ao
próprio
dinheiro
é um
dos
principais
pontos
apontados
pelas
pessoas
do
mundo
inteiro
como
conseqüência
da
crise
financeira.
Na
Europa
e
nos
EUA,
o
sentimento
é
apontado
pela
maioria
dos
entrevistados,
quando
questionados
sobre
como
se
sentem
com
relação
à
instituição
responsável
por
seus
investimentos
e
poupança.
No
Brasil,
de
acordo
com
pesquisa
realizada
pelo
Ibope,
encomendada
pela
agência
de
publicidade
141
Soho
Square,
a
volta
da
inflação
é o
maior
medo,
em
relação
à
crise,
de
35%
dos
entrevistados.
Em
seguida,
com
30%
das
respostas,
vem
o
temor
quanto
ao
aumento
do
preço
dos
alimentos.
Desemprego
e
dificuldade
de
honrar
compromissos
financeiros
também
aparecem
na
lista
de
preocupações.
SÃO PAULO - Viver endividado não é nada fácil. Imagine a angústia de
ter o nome na lista dos inadimplentes e dormir
sabendo que quitar as
dívidas se tornou uma tarefa praticamente
impossível!
Em alguns casos, as pessoas acabam
emocionalmente abaladas ao perder o controle de
sua vida pessoal. Existem várias razões que
podem levar uma pessoa a enfrentar dificuldades
financeiras e se endividar. Contudo, é preciso
entender se estamos falando de uma situação
temporária, ou não.
Situação temporária ou não?
Muitas vezes basta um evento extraordinário
para que você perca o
controle financeiro da sua vida. Nesse tipo
de situação, nossa recomendação é que você se
esforce ao máximo, cortando todos os gastos que
puder, de forma a sair rápido desta situação.
Em nossa análise estamos considerando que a
situação de endividamento é temporária, e que
pode ser resolvida em alguns meses. Essa
consideração é importante, pois não considere
apenas o patamar de juros cobrado, mas também
outros aspectos de riscos envolvidos no atraso
do pagamento dos encargos de uma determinada
dívida.
Por outro lado, em uma situação de
endividamento crônico, mais do que priorizar
pagamentos é preciso rever de forma
significativa não só o seu padrão de gastos,
como identificar fontes alternativas de renda
para reduzir ao máximo o déficit no orçamento,
assim como procurar ajuda especializada.
Entender os riscos é primeiro passo
Quais os riscos que você corre ao atrasar o
pagamento de uma dívida? O primeiro deles é
ser considerado inadimplente e ter seu nome
incluído no cadastro de maus pagadores do Banco
Central, o que pode lhe causar muita dor de
cabeça no dia a dia. E, o segundo, igualmente
importante, é o custo que essa decisão acarreta!
É frente a esses riscos que você deve priorizar
quais dívidas deve pagar primeiro quando a sua
situação financeira apertar.
Quem respondeu que a prioridade deve ser dada à
dívida cujo encargo financeiro é mais alto
esqueceu do risco de retomada ou penhora do bem.
Este é um risco que não pode ser ignorado, pois
você corre o risco de perder o bem e as
prestações que já quitou!
Assim, é preciso analisar com calma as
condições previstas nos financiamentos que você
levantou, para só então, tomar uma decisão
quanto ao que priorizar. Vale destacar que a
idéia aqui não é de, em absoluto, advogar que
você não pague as suas prestações, mas sim
entender quais as conseqüências em caso de
atraso das principais modalidades de crédito
existentes. Além disso, é preciso entender o
saldo devedor em cada caso, assim como, o prazo
durante o qual a dívida será atrasada.
Crédito rotativo: cheque ou cartão
Por mais que a recomendação possa surpreender,
nos casos de endividamento temporário, pode
valer a pena optar por utilizar o crédito
rotativo do
cheque especial e do
cartão de crédito.
Sob essa ótica que não analisa apenas os
encargos financeiros, pode valer mais a pena
pagar juros extras no cartão e no cheque por
alguns meses do que não efetuar o pagamento de
um crediário, de empréstimo pessoal, ou
financiamento imobiliário, pois nesses outros
casos, ainda que os juros sejam menores, você
corre o risco de ter o nome sujo ou sofrer a
retomada do bem.
Mas, como escolher entre o cheque ou o cartão?
Se você ainda não estourou o limite do cheque
especial, ou seja, se você ainda não emitiu
nenhum cheque sem fundo, então o melhor é pagar
integralmente a fatura do cartão, deixando para
rolar a dívida no cheque especial por mais algum
tempo.
Não só os juros do cheque especial são mais
baixos do que os do cartão, como ao atrasar,
desde que não seja emitido cheque sem fundo, não
há outros encargos. Por sua vez, no cartão, se
você não efetuar o pagamento mínimo, deve também
arcar com uma multa de mora de 2%. Além disso,
dependendo do relacionamento que você tem com o
seu banco, é possível negociar alguns dias de
carência sem juros no cheque. Em outras
palavras, você consegue mais alguns dias para
cobrir o limite do cheque especial sem custo
adicional.
A situação, contudo, se inverte caso você já
tenha estourado o limite do cheque especial,
pois nesse caso seu nome pode ser incluído no
cadastro de inadimplentes, e é preciso arcar com
outros custos. Pois é isso mesmo, ao emitir
cheque sem fundo e ter seu nome incluído ou
excluído do cadastro de inadimplentes você tem
que pagar uma tarifa.
Essa tarifa é cobrada por evento, ou seja, por
cheque sem fundo emitido ou por inclusão no
cadastro de inadimplentes.
Crediário: risco de retomada é menor
Para quem estourou o limite do cheque especial
e não tem como arcar com todos os encargos
financeiros, os fatores a considerar em termos
de prioridade são os custos e o risco de
retomada do bem.
Diante disso, você deve optar por atrasar a
dívida cujos juros e o risco de retomada de bem
sejam relativamente menores. Esse é o caso, por
exemplo, do crediário, que é oferecido pelas
grandes varejistas para a compra de eletrônicos
e eletrodomésticos, entre outros. Em geral, os
juros cobrados nesse tipo de financiamento
tendem a ser mais baixos do que as outras linhas
de crédito existentes no mercado, até porque os
bens servem de garantia.
A inclusão na lista de inadimplentes é
relativamente rápida: demora de 10 a 15 dias.
Por outro lado, é bastante improvável, dado o
valor do bem, que os credores exijam sua
retomada imediata. Afinal, este processo é
bastante custoso e, às vezes, não compensa ao
comerciante ir atrás do aparelho de som ou DVD,
por exemplo.
Além disso, existe a possibilidade de se vender
o bem alvo do financiamento, de forma a obter
recursos para quitar a dívida. Ainda que essa
não seja a solução ideal, uma vez que a intenção
era comprar o bem, ela permite que você
regularize sua situação financeira. Depois, com
um maior planejamento financeiro, você pode até
voltar a comprar o aparelho, mas quando seu
endividamento for menor!
Empréstimo pessoal: é possível renegociar
A prioridade em relação ao crediário vai
depender dos valores e prazo envolvidos e da
instituição com a qual levantou o financiamento.
Atualmente, é mais barato levantar um empréstimo
pessoal junto a um banco do que fazer um
crediário junto a uma varejista.
Desse ponto de vista, pode parecer mais
interessante atrasar o empréstimo pessoal, mas
ao contrário do que acontece com os crediários,
nos empréstimos bancários há mais espaço para se
renegociar os termos do crédito desde, é claro,
que os pagamentos sejam mantidos. Assim, ao
invés de não efetuar o pagamento, vale mais a
pena tentar alongar o prazo de financiamento, o
que reduz a prestação mensal e dá mais liberdade
para você tentar organizar suas finanças.
É bem verdade que ao aumentar o prazo você
acaba pagando mais juros ao final do
financiamento, mas você evita a inclusão no SPC.
Vale lembrar que no caso dos empréstimos
consignados, não há como evitar o pagamento, de
forma que não estão incluídos nessa análise.
Financiamento de carro e casa
Atrasar o pagamento da prestação do automóvel
ou da casa própria pode gerar conseqüências bem
negativas. Mesmo sendo das modalidades de
financiamento mais baratas do mercado, você
corre o risco de retomada do bem.
Por se tratar de bens de maior valor agregado,
a tendência é que a retomada ocorra em, no
máximo, três meses. Caso isso aconteça, além de
perder o carro (ou a casa) você continua
devendo, sobretudo no caso do financiamento de
autos. Isso porque, ao contrário do que acontece
com o imóvel, o veículo sofre depreciação, ou
seja, vale menos do que quando foi comprado, o
que é mais difícil de acontecer no caso dos
imóveis.
Assim, neste caso, a instituição financeira
pode levar o auto a leilão, e com o dinheiro da
venda precisa pagar também as despesas com todo
este processo, como o trabalho do oficial de
Justiça, advogados, guincho, estacionamento etc.
Em alguns casos, mesmo vendendo o carro, o
dinheiro da venda não é suficiente para cobrir o
saldo devedor e todos estes gastos extras, de
forma que resta um saldo a ser quitado.
Exatamente por isso, o pagamento das prestações
destas duas modalidades de financiamento merece
prioridade na hora de decidir o que pagar.
Equilíbrio financeiro deve ser a meta
Ainda que existam momentos em que seja preciso
priorizar os pagamentos, o ideal é que você
consiga recuperar o seu equilíbrio financeiro o
mais rápido possível, e para isso é importante
estabelecer um plano de quitação das suas
dívidas. Por equilíbrio entende-se não ter mais
do que 30% do seu orçamento mensal líquido
comprometido com o pagamento de prestações. Use
este limite para ajudá-lo a tomar decisões de
consumo.
Sempre que uma nova compra levar o seu
endividamento para acima deste teto, você deve
optar por adiar a compra até conseguir quitar
outra dívida. Lembre-se: quando o grau de
endividamento é muito alto, tem-se uma sensação
ilusória de controle, uma vez que basta uma
pequena adversidade financeira para você se
endividar novamente.
Inadimplência de consumidor cai 6,8% em
fevereiro, diz Serasa
!!!
O crescimento do
volume de crédito para pessoa física e a
expansão da renda impulsionaram a queda da
inadimplência dos consumidores em fevereiro.
Segundo a Serasa, os registros de cheques
devolvidos, títulos protestados, dívidas
vencidas com instituições financeiras e cartões
de crédito e financeiras recuaram 6,8% em
fevereiro na comparação com janeiro.
No primeiro mês do ano, a queda tinha sido de
3,8%, na mesma base de comparação.
Por outro lado, em 12 meses, a inadimplência
manteve o comportamento de alta expressiva e
atingiu incremento de 12,7%.
No primeiro bimestre de 2006, a alta na
inadimplência de pessoa física foi de 13%,
quando comparada ao mesmo período do ano
passado.
Segundo Carlos Henrique de Almeida, assessor
econômico da entidade, apesar de significativo,
o crescimento da inadimplência em 12 meses ainda
ocorre em uma razão muito menor que a evolução
no crédito. Ele cita que o crédito para a pessoa
física cresceu em torno de 37% na comparação
entre janeiro de 2006 com o mesmo mês do ano
anterior.
"Mas, com certeza, nenhuma inadimplência é
bem-vinda", afirma.
Cheques sem fundos
Os cheques sem fundos tiveram o maior peso na
inadimplência dos consumidores do mês passado. O
segundo maior índice na representatividade da
inadimplência de pessoa física ficou com as
dívidas com cartões de crédito e financeiras.
As dívidas com bancos registraram a terceira
maior participação no indicador, seguidas pelos
títulos protestados.
O valor médio das anotações de cheques sem
fundos de pessoa física, no primeiro bimestre
foi de R$ 543,95. Já o valor médio de títulos
protestados, no mesmo período, foi de R$ 764,46
Volume
de cheque sem fundo cresce 27,2% em Março!
Globo Online ( exibida
em30/03/2009 -
14h40)
O volume de cheques sem fundo voltou a subir em
fevereiro, depois de ter registrado pequena
redução no primeiro mês do ano. Levantamento
feito pela Serasa, empresa de análise de
crédito, mostra que no mês passado foram
devolvidos 20,1 cheques a cada mil compensados,
27,2% a mais do que em fevereiro do ano passado,
quando o índice foi de 15,8 por mil. O volume
ficou perto do recorde histórico de março de
2005, de 20,8 cheques devolvidos a cada mil
compensados, e de novembro passado, de 20,6.
No total, 2,5 milhões de cheques foram
devolvidos duas vezes por falta de fundos, se
acordo com o estudo mensal da Serasa, de um
total de 124,1 milhões de cheques compensados.
Se comparado a janeiro, o volume é 5,8% maior,
com 3 milhões de cheques devolvidos, ou 19
devolvidos a cada mil compensados.
Se considerado o primeiro bimestre, a alta é de
25,8% sobre igual período do ano passado. De
acordo com o levantamento, nos dois primeiros
meses deste ano, 281,5 milhões de cheques foram
compensados em todo o país, com 5,5 milhões
devolvidos por falta de fundos. O índice de
devolução foi de 19,5 cheques sem fundos a cada
mil compensados, contra 15,5 no primeiro
bimestre de 2005.
Para a Serasa, a alta é fruto do comprometimento
de renda com prestações, aliado às despesas
extras de início de ano, como pagamento do IPTU,
IPVA e compra de material escolar.
Apesar do aumento, os economistas da empresa
ressaltam que a inadimplência com cheques ainda
é pequena em relação ao total das operações com
cheques, pois o índice de 20,1 cheques
devolvidos a cada mil compensados significa
2,01% do total de cheques compensados.
Cheques
sem fundos disparam e chegam a 3 milhões em
Março!
SERASA (
exibida em 20/03/2009 - 11h20 )
O volume de cheques sem fundo disparou em
janeiro. Levantamento feito pela Serasa, empresa
de análise de crédito, mostra que a cada mil
cheques compensados 19 foram devolvidos em
janeiro. Ou seja, 3 milhões de cheques foram
devolvidos duas vezes por falta de fundos. A
alta é de 24,2% em relação a janeiro de 2005,
quando 15,3 cheques a cada mil voltaram sem
fundos. Na comparação com dezembro passado,
porém, houve queda de 5,5% em relação aos 20,1
cheques devolvidos por lote de mil.
O volume de janeiro ficou acima da média de todo
o ano de 2005, que foi de 18,9 cheques
devolvidos a cada mil compensados. O recorde
histórico do indicador, criado em 1991, foi
batido em março passado, com 20,8 cheques por
mil.
Para os economistas da Serasa, o volume de
cheques sem fundo aumentou por causa do
comprometimento da renda dos consumidores, que
se comprometeram com empréstimos ou crediários e
tiveram de pagar no início de ano despesas
extras, como IPTU,IPVA, matrícula e compra de
material escolar. Com o uso de pré-datados, o
consumidor acaba descontrolando o orçamento.
Serasa diz que consumidor começou 2009
endividado e inadimplente!
Várzea
Grande,
20/03/2009 - 15:36.
Da Assessoria
Levantamento feito pela Serasa, empresa de
análise de crédito que atua em todo o país,
indica que 2006 começou com inadimplência em
alta. Entre as pessoas físicas, a falta de
pagamento cresceu 13,3% em janeiro, na comparação
com janeiro de 2005. Em relação a dezembro de
2005, houve queda de 3,8%.
Para os analistas da Serasa, as pessoas físicas
estão com dificuldade para honrar dívidas porque
estão com a renda comprometida por prestações,
como parcelas de empréstimo consignado em folha
de pagamento ou financiamentos de bens
contraídos durante o ano passado. Em janeiro
houve ainda despesas adicionais, como pagamento
de impostos e gastos com matrícula e material
escolar.
A maior parcela de inadimplência está no cheque.
Os cheques sem fundo representaram 33,4% do
total da inadimplência em janeiro. O valor médio
ficou em R$ 550,54 - 9,5% a mais do que em
janeiro do ano passado. Em segundo estão as
dívidas com cartões de crédito e financeiras,
com 32,4% do total. Em média, o débito nestas
duas modalidades foi de R$ 299,23, 24,6%
superior ao valor registrado em janeiro de 2005.
A seguir estão dívidas com os bancos, com 31,3%,
e títulos protestados, com 2,9%. As dívidas com
os bancos são as de maior valor médio: R$
1.117,60, seguida pelos títulos, com valor de R$
797,67.