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 Carro novo: entrada maior e menos crédito fizeram vendas caírem

InfoMoney - exibida em 17/10/2010 - 06:40 hs.

O Número de pessoas que vendiam o carro, pagavam dívidas e usavam uma pequena parte para dar entrada em novo veículo caiu...

SÃO PAULO - O mês de outubro apresentou uma queda significativa na venda de carros, em relação a setembro, de 11,58%. A principal causa disso foi o aumento das exigências para a concessão de crédito, que fez com que diminuísse o número de pessoas que dão uma entrada menor na compra do carro, e financiam grande parte do valor.

Segundo o presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), Sérgio Reze, foi a queda desse tipo de compra a principal responsável pelo decréscimo nas vendas do décimo mês do ano.

Esses consumidores são aqueles que vendiam o carro que já possuíam, pagavam contas em atraso, e utilizavam uma pequena parte do dinheiro para dar de entrada na compra de um novo veículo.

Falta de crédito

Mas Reze também ressalta que, a vontade de comprar carro das pessoas não diminuiu. "As visitas nas concessionárias continuam em grande volume, quem parou é quem administra o dinheiro", afirmou nesta quarta-feira (05), durante coletiva de imprensa.

Segundo ele, com receio dos efeitos da crise financeira, os bancos começaram a fazer mais exigências para o financiamento de carros, o que influenciou nos resultados do setor. Porém, ele mesmo afirma que, apesar dos últimos acontecimentos econômicos, o nível de inadimplência no País continua o mesmo.

Apesar da queda, o resultado do décimo mês deste ano, com 181.327 carros vendidos, foi o segundo melhor entre os meses de outubro, perdendo somente para o mesmo período de 2007, quando foram registradas 194.771 vendas.

 Crise: De quem é a culpa? pesquisas revelam, segundo população mundial   

InfoMoney - exibida em 12/10/2010 -  06:20 hs.

Bancos e instituições de crédito aparecem, de uma forma ou de outra, no topo da lista dos culpados

SÃO PAULO - Crise de crédito, volatilidade das bolsas, incertezas mundiais... diante de tantas dúvidas, é comum que as pessoas comecem a buscar culpados, principalmente para tentar entender o que está acontecendo.

Pesquisa da Harris Interactive, com pouco mais de 2.100 norte-americanos, mostra que 76% dos entrevistados consideram que os bancos e as instituições de crédito que forneceram empréstimos imobiliários para pessoas que não tinham condições de honrar com o compromisso são os principais responsáveis pela crise atual.

Além disso, 58% dos participantes citaram os próprios tomadores de empréstimo, que, mesmo sem condições de arcar com as prestações, entraram no financiamento.

Em enquete realizada pelo portal InfoMoney, com mais de 4.800 internautas, diante da pergunta: "Qual o principal fator por trás da atual crise financeira?", cerca de 30% dos usuários apontaram "excesso de ganância de bancos e corretoras" e 28% selecionaram "excesso de alavancagem dos mercados".

A culpa é de quem?

Levantamento do Financial Times, conduzido também pela Harris Interactive, ouviu a opinião de 6.276 adultos na França, Alemanha, Grã-Bretanha, Espanha e Estados Unidos.

A tabela abaixo mostra, na opinião da população mundial, os principais culpados pela crise:

Fontes: The Harris Poll / Financial Times-Harris Poll / Enquete InfoMoney

 

País

Principal culpado

Brasil

Excesso de ganância de bancos e corretoras

Grã-Bretanha

Bancos Centrais

França

Bancos comerciais e de investimentos

Itália

Bancos comerciais e de Investimentos

Espanha

Bancos comerciais e de investimentos

Alemanha

Bancos comerciais e de Investimentos

Estados Unidos

Bancos e instituições de crédito

Impacto no bolso

Insegurança com relação ao próprio dinheiro é um dos principais pontos apontados pelas pessoas do mundo inteiro como conseqüência da crise financeira. Na Europa e nos EUA, o sentimento é apontado pela maioria dos entrevistados, quando questionados sobre como se sentem com relação à instituição responsável por seus investimentos e poupança.

No Brasil, de acordo com pesquisa realizada pelo Ibope, encomendada pela agência de publicidade 141 Soho Square, a volta da inflação é o maior medo, em relação à crise, de 35% dos entrevistados.

Em seguida, com 30% das respostas, vem o temor quanto ao aumento do preço dos alimentos. Desemprego e dificuldade de honrar compromissos financeiros também aparecem na lista de preocupações.

A situação apertou? Veja o que pagar primeiro:

InfoMoney - exibida em 08/10/2010 -  10:20 hs.
 
 SÃO PAULO - Viver endividado não é nada fácil. Imagine a angústia de ter o nome na lista dos inadimplentes e dormir sabendo que quitar as
dívidas se tornou uma tarefa praticamente impossível!
 
 Em alguns casos, as pessoas acabam emocionalmente abaladas ao perder o controle de sua vida pessoal. Existem várias razões que podem levar uma pessoa a enfrentar dificuldades financeiras e se endividar. Contudo, é preciso entender se estamos falando de uma situação temporária, ou não.
 
 Situação temporária ou não?
 Muitas vezes basta um evento extraordinário para que você perca o
controle financeiro da sua vida. Nesse tipo de situação, nossa recomendação é que você se esforce ao máximo, cortando todos os gastos que puder, de forma a sair rápido desta situação.
 
 Em nossa análise estamos considerando que a situação de endividamento é temporária, e que pode ser resolvida em alguns meses. Essa consideração é importante, pois não considere apenas o patamar de juros cobrado, mas também outros aspectos de riscos envolvidos no atraso do pagamento dos encargos de uma determinada dívida.
 
 Por outro lado, em uma situação de endividamento crônico, mais do que priorizar pagamentos é preciso rever de forma significativa não só o seu padrão de gastos, como identificar fontes alternativas de renda para reduzir ao máximo o déficit no orçamento, assim como procurar ajuda especializada.
 
 Entender os riscos é primeiro passo
 Quais os riscos que você corre ao atrasar o
pagamento de uma dívida? O primeiro deles é ser considerado inadimplente e ter seu nome incluído no cadastro de maus pagadores do Banco Central, o que pode lhe causar muita dor de cabeça no dia a dia. E, o segundo, igualmente importante, é o custo que essa decisão acarreta! É frente a esses riscos que você deve priorizar quais dívidas deve pagar primeiro quando a sua situação financeira apertar.
 
 Quem respondeu que a prioridade deve ser dada à dívida cujo encargo financeiro é mais alto esqueceu do risco de retomada ou penhora do bem. Este é um risco que não pode ser ignorado, pois você corre o risco de perder o bem e as prestações que já quitou!
 
 Assim, é preciso analisar com calma as condições previstas nos financiamentos que você levantou, para só então, tomar uma decisão quanto ao que priorizar. Vale destacar que a idéia aqui não é de, em absoluto, advogar que você não pague as suas prestações, mas sim entender quais as conseqüências em caso de atraso das principais modalidades de crédito existentes. Além disso, é preciso entender o saldo devedor em cada caso, assim como, o prazo durante o qual a dívida será atrasada.
 
 Crédito rotativo: cheque ou cartão
 Por mais que a recomendação possa surpreender, nos casos de endividamento temporário, pode valer a pena optar por utilizar o crédito rotativo do
cheque especial e do cartão de crédito.
 
 Sob essa ótica que não analisa apenas os encargos financeiros, pode valer mais a pena pagar juros extras no cartão e no cheque por alguns meses do que não efetuar o pagamento de um crediário, de empréstimo pessoal, ou financiamento imobiliário, pois nesses outros casos, ainda que os juros sejam menores, você corre o risco de ter o nome sujo ou sofrer a retomada do bem.
 
 Mas, como escolher entre o cheque ou o cartão? Se você ainda não estourou o limite do cheque especial, ou seja, se você ainda não emitiu nenhum cheque sem fundo, então o melhor é pagar integralmente a fatura do cartão, deixando para rolar a dívida no cheque especial por mais algum tempo.
 
 Não só os juros do cheque especial são mais baixos do que os do cartão, como ao atrasar, desde que não seja emitido cheque sem fundo, não há outros encargos. Por sua vez, no cartão, se você não efetuar o pagamento mínimo, deve também arcar com uma multa de mora de 2%. Além disso, dependendo do relacionamento que você tem com o seu banco, é possível negociar alguns dias de carência sem juros no cheque. Em outras palavras, você consegue mais alguns dias para cobrir o limite do cheque especial sem custo adicional.
 
 A situação, contudo, se inverte caso você já tenha estourado o limite do cheque especial, pois nesse caso seu nome pode ser incluído no cadastro de inadimplentes, e é preciso arcar com outros custos. Pois é isso mesmo, ao emitir cheque sem fundo e ter seu nome incluído ou excluído do cadastro de inadimplentes você tem que pagar uma tarifa.
 
 Essa tarifa é cobrada por evento, ou seja, por cheque sem fundo emitido ou por inclusão no cadastro de inadimplentes.
 
 Crediário: risco de retomada é menor
 Para quem estourou o limite do cheque especial e não tem como arcar com todos os encargos financeiros, os fatores a considerar em termos de prioridade são os custos e o risco de retomada do bem.
 
 Diante disso, você deve optar por atrasar a dívida cujos juros e o risco de retomada de bem sejam relativamente menores. Esse é o caso, por exemplo, do crediário, que é oferecido pelas grandes varejistas para a compra de eletrônicos e eletrodomésticos, entre outros. Em geral, os juros cobrados nesse tipo de financiamento tendem a ser mais baixos do que as outras linhas de crédito existentes no mercado, até porque os bens servem de garantia.
 
 A inclusão na lista de inadimplentes é relativamente rápida: demora de 10 a 15 dias. Por outro lado, é bastante improvável, dado o valor do bem, que os credores exijam sua retomada imediata. Afinal, este processo é bastante custoso e, às vezes, não compensa ao comerciante ir atrás do aparelho de som ou DVD, por exemplo.
 
 Além disso, existe a possibilidade de se vender o bem alvo do financiamento, de forma a obter recursos para quitar a dívida. Ainda que essa não seja a solução ideal, uma vez que a intenção era comprar o bem, ela permite que você regularize sua situação financeira. Depois, com um maior planejamento financeiro, você pode até voltar a comprar o aparelho, mas quando seu endividamento for menor!
 
 Empréstimo pessoal: é possível renegociar
 A prioridade em relação ao crediário vai depender dos valores e prazo envolvidos e da instituição com a qual levantou o financiamento. Atualmente, é mais barato levantar um empréstimo pessoal junto a um banco do que fazer um crediário junto a uma varejista.
 
 Desse ponto de vista, pode parecer mais interessante atrasar o empréstimo pessoal, mas ao contrário do que acontece com os crediários, nos empréstimos bancários há mais espaço para se renegociar os termos do crédito desde, é claro, que os pagamentos sejam mantidos. Assim, ao invés de não efetuar o pagamento, vale mais a pena tentar alongar o prazo de financiamento, o que reduz a prestação mensal e dá mais liberdade para você tentar organizar suas finanças.
 
 É bem verdade que ao aumentar o prazo você acaba pagando mais juros ao final do financiamento, mas você evita a inclusão no SPC. Vale lembrar que no caso dos empréstimos consignados, não há como evitar o pagamento, de forma que não estão incluídos nessa análise.
 
 Financiamento de carro e casa
 Atrasar o pagamento da prestação do automóvel ou da casa própria pode gerar conseqüências bem negativas. Mesmo sendo das modalidades de financiamento mais baratas do mercado, você corre o risco de retomada do bem.
 
 Por se tratar de bens de maior valor agregado, a tendência é que a retomada ocorra em, no máximo, três meses. Caso isso aconteça, além de perder o carro (ou a casa) você continua devendo, sobretudo no caso do financiamento de autos. Isso porque, ao contrário do que acontece com o imóvel, o veículo sofre depreciação, ou seja, vale menos do que quando foi comprado, o que é mais difícil de acontecer no caso dos imóveis.
 
 Assim, neste caso, a instituição financeira pode levar o auto a leilão, e com o dinheiro da venda precisa pagar também as despesas com todo este processo, como o trabalho do oficial de Justiça, advogados, guincho, estacionamento etc. Em alguns casos, mesmo vendendo o carro, o dinheiro da venda não é suficiente para cobrir o saldo devedor e todos estes gastos extras, de forma que resta um saldo a ser quitado. Exatamente por isso, o pagamento das prestações destas duas modalidades de financiamento merece prioridade na hora de decidir o que pagar.
 
 Equilíbrio financeiro deve ser a meta
 Ainda que existam momentos em que seja preciso priorizar os pagamentos, o ideal é que você consiga recuperar o seu equilíbrio financeiro o mais rápido possível, e para isso é importante estabelecer um plano de quitação das suas dívidas. Por equilíbrio entende-se não ter mais do que 30% do seu orçamento mensal líquido comprometido com o pagamento de prestações. Use este limite para ajudá-lo a tomar decisões de consumo.
 
 Sempre que uma nova compra levar o seu endividamento para acima deste teto, você deve optar por adiar a compra até conseguir quitar outra dívida. Lembre-se: quando o grau de endividamento é muito alto, tem-se uma sensação ilusória de controle, uma vez que basta uma pequena adversidade financeira para você se endividar novamente.


Inadimplência de consumidor cai 6,8% em fevereiro, diz Serasa !!!

InfoMoney - exibida em 03/10/2010 -  10:40 hs.

O crescimento do volume de crédito para pessoa física e a expansão da renda impulsionaram a queda da inadimplência dos consumidores em fevereiro.

Segundo a Serasa, os registros de cheques devolvidos, títulos protestados, dívidas vencidas com instituições financeiras e cartões de crédito e financeiras recuaram 6,8% em fevereiro na comparação com janeiro.

No primeiro mês do ano, a queda tinha sido de 3,8%, na mesma base de comparação.

Por outro lado, em 12 meses, a inadimplência manteve o comportamento de alta expressiva e atingiu incremento de 12,7%.

No primeiro bimestre de 2006, a alta na inadimplência de pessoa física foi de 13%, quando comparada ao mesmo período do ano passado.

Segundo Carlos Henrique de Almeida, assessor econômico da entidade, apesar de significativo, o crescimento da inadimplência em 12 meses ainda ocorre em uma razão muito menor que a evolução no crédito. Ele cita que o crédito para a pessoa física cresceu em torno de 37% na comparação entre janeiro de 2006 com o mesmo mês do ano anterior.

"Mas, com certeza, nenhuma inadimplência é bem-vinda", afirma.

Cheques sem fundos

Os cheques sem fundos tiveram o maior peso na inadimplência dos consumidores do mês passado. O segundo maior índice na representatividade da inadimplência de pessoa física ficou com as dívidas com cartões de crédito e financeiras.

As dívidas com bancos registraram a terceira maior participação no indicador, seguidas pelos títulos protestados.

O valor médio das anotações de cheques sem fundos de pessoa física, no primeiro bimestre foi de R$ 543,95. Já o valor médio de títulos protestados, no mesmo período, foi de R$ 764,46


Volume de cheque sem fundo cresce 27,2% em Março!

Globo Online  ( exibida em 30/06/2010 - 14h40)


O volume de cheques sem fundo voltou a subir em fevereiro, depois de ter registrado pequena redução no primeiro mês do ano. Levantamento feito pela Serasa, empresa de análise de crédito, mostra que no mês passado foram devolvidos 20,1 cheques a cada mil compensados, 27,2% a mais do que em fevereiro do ano passado, quando o índice foi de 15,8 por mil. O volume ficou perto do recorde histórico de março de 2005, de 20,8 cheques devolvidos a cada mil compensados, e de novembro passado, de 20,6.


No total, 2,5 milhões de cheques foram devolvidos duas vezes por falta de fundos, se acordo com o estudo mensal da Serasa, de um total de 124,1 milhões de cheques compensados. Se comparado a janeiro, o volume é 5,8% maior, com 3 milhões de cheques devolvidos, ou 19 devolvidos a cada mil compensados.

Se considerado o primeiro bimestre, a alta é de 25,8% sobre igual período do ano passado. De acordo com o levantamento, nos dois primeiros meses deste ano, 281,5 milhões de cheques foram compensados em todo o país, com 5,5 milhões devolvidos por falta de fundos. O índice de devolução foi de 19,5 cheques sem fundos a cada mil compensados, contra 15,5 no primeiro bimestre de 2005.

Para a Serasa, a alta é fruto do comprometimento de renda com prestações, aliado às despesas extras de início de ano, como pagamento do IPTU, IPVA e compra de material escolar.

Apesar do aumento, os economistas da empresa ressaltam que a inadimplência com cheques ainda é pequena em relação ao total das operações com cheques, pois o índice de 20,1 cheques devolvidos a cada mil compensados significa 2,01% do total de cheques compensados.


Cheques sem fundos disparam e chegam a 3 milhões em Março!  

SERASA  ( exibida em 20/06/2010 - 11h20 )


O volume de cheques sem fundo disparou em janeiro. Levantamento feito pela Serasa, empresa de análise de crédito, mostra que a cada mil cheques compensados 19 foram devolvidos em janeiro. Ou seja, 3 milhões de cheques foram devolvidos duas vezes por falta de fundos. A alta é de 24,2% em relação a janeiro de 2005, quando 15,3 cheques a cada mil voltaram sem fundos. Na comparação com dezembro passado, porém, houve queda de 5,5% em relação aos 20,1 cheques devolvidos por lote de mil.


O volume de janeiro ficou acima da média de todo o ano de 2005, que foi de 18,9 cheques devolvidos a cada mil compensados. O recorde histórico do indicador, criado em 1991, foi batido em março passado, com 20,8 cheques por mil.

Para os economistas da Serasa, o volume de cheques sem fundo aumentou por causa do comprometimento da renda dos consumidores, que se comprometeram com empréstimos ou crediários e tiveram de pagar no início de ano despesas extras, como IPTU,IPVA, matrícula e compra de material escolar. Com o uso de pré-datados, o consumidor acaba descontrolando o orçamento.

 


Serasa diz que consumidor começou 2009 endividado e inadimplente!
 

Várzea Grande, 20/06/2010 - 15:36.

Da Assessoria

Levantamento feito pela Serasa, empresa de análise de crédito que atua em todo o país, indica que 2006 começou com inadimplência em alta. Entre as pessoas físicas, a falta de pagamento cresceu 13,3% em janeiro, na comparação com janeiro de 2005. Em relação a dezembro de 2005, houve queda de 3,8%.

Para os analistas da Serasa, as pessoas físicas estão com dificuldade para honrar dívidas porque estão com a renda comprometida por prestações, como parcelas de empréstimo consignado em folha de pagamento ou financiamentos de bens contraídos durante o ano passado. Em janeiro houve ainda despesas adicionais, como pagamento de impostos e gastos com matrícula e material escolar.

A maior parcela de inadimplência está no cheque. Os cheques sem fundo representaram 33,4% do total da inadimplência em janeiro. O valor médio ficou em R$ 550,54 - 9,5% a mais do que em janeiro do ano passado. Em segundo estão as dívidas com cartões de crédito e financeiras, com 32,4% do total. Em média, o débito nestas duas modalidades foi de R$ 299,23, 24,6% superior ao valor registrado em janeiro de 2005. A seguir estão dívidas com os bancos, com 31,3%, e títulos protestados, com 2,9%. As dívidas com os bancos são as de maior valor médio: R$ 1.117,60, seguida pelos títulos, com valor de R$ 797,67.

 
     

 

New Cred Reabilitação de Crédito - 2003